segunda-feira, 16 de junho de 2014

AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E FILOSOFIA 2º BIMESTRE 1º Ano


C.I “DRº RAIMUNDO SOARES DE ALBERGARIA FILHO”
AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E FILOSOFIA 2º BIMESTRE
1º Ano
Professor: Jair Fortunato
Valor: 7
Datas: de 17 a 23 de Julho 













1) ORIENTAÇÕES
A prova terá duas questões e será de forma ORAL. Você escolherá uma das questões para responder e o professor a outra.

2) QUESTÕES DE PROVA
* Página 164 do livro de História
                - Questões 1, 2 ,3, 4 e 5

*Página 178 do livro de História
                   - Questões 1, 2, 3, 4 e 5 (justificadas).

*Explique e exemplifique o “Mito da caverna”.

3) LEITURA OBRIGATÓRIA

*Capítulos 9 e 10 do livro de História (páginas 153 até 178)
* “O Mito da Caverna” (página 164 e 165do livro de Filosofia)





Bons estudos!

sexta-feira, 13 de junho de 2014

AVALIAÇÃO DE FILOSOFIA 2º BIMESTRE 2º e 3º Anos


C.I “DRº RAIMUNDO SOARES DE ALBERGARIA FILHO”
AVALIAÇÃO DE FILOSOFIA 2º BIMESTRE
2º e 3º Anos
Professor: Jair Fortunato
Valor: 10
Datas: 2003 – 21/07/14

           2002/3001/3002/3003/3004 – 23/07/14

           2001 e 2004 – 24/07/14











1) ORIENTAÇÕES
A prova terá duas questões e será de forma ORAL. Você escolherá uma das questões para responder e o professor a outra.

2) QUESTÕES DE PROVA
* Página 363 do livro de Filosofia (Filosofando)
                - Questões 1, 2 ,3, 4, 6 e 7

3) LEITURA OBRIGATÓRIA
*Capítulo 29 – Ciência antiga e medieval

Bons estudos!


domingo, 20 de abril de 2014

AVALIAÇÃO DE FILOSOFIA - RECUPERAÇÃO 1ª Ano

C.I “DRº RAIMUNDO SOARES DE ALBERGARIA FILHO”
AVALIAÇÃO DE FILOSOFIA - RECUPERAÇÃO
1ª Ano
Professor: Jair Fortunato
Valor: 20
Nota:
Nome:
Turma:
Data:





1) ORIENTAÇÕES
A prova terá seis questões, mas você só responderá duas, e será de forma ORAL. Você escolherá uma questão para responder e o professor te fará outra.


2) QUESTÕES DE PROVA
     1- Explique como o mito vê a criação do ser humano.
     2- Como esse mito caracteriza a natureza humana em relação à dos animais?
     3- Por que o pensamento filosófico nasce na cidade de Mileto e não em outra parte do mundo?
     4- Quais motivos levaram o povo germânico a invadir as terras do Império Romano?
     5- Relacione o Texto 1 com o Texto 2.
     6-  Resuma a queda do Império Romano do Ocidente

           
3) LEITURAS OBRIGATÓRIAS

TEXTO 1
O MITO DO EPIMETEU
Quando chegou o momento de as raças mortais nascerem, os deuses as fabricaram através de uma mistura de terra e fogo. Antes de as trazerem da terra para a luz, encarregaram os deuses irmãos Prometeu e Epimeteu de repartirem os poderes entre os seres vivos, de modo a estabelecer uma ordenação boa e equilibrada no mundo. Epimeteu pediu a Prometeu para deixá-lo fazer a distribuição, permitindo que o irmão a verificasse ao final.
Ao repartir os poderes, Epimeteu dotava uns de força e lentidão, e dava velocidade aos mais fracos; ele "armava" uns (com membros) e aos que não tinham "armas" ele dava outra capacidade de sobrevivência. Aos pequenos, deu asas para que pudessem fugir; a outros deu tamanho grande, o que já lhes garantia a sobrevivência; na sua repartição, foi, assim, compensando as diferentes capacidades, para evitar que uma ou outra raça fosse destruída; depois de garantir a todos os meios de evitar a destruição mútua, começou a preparar para lhes proteger contra os perigos das estações; deu a alguns pelos e peles grossas para o inverno e para servir de cama, na hora de dormir; mas também deu, a outros, peles finas e poucos pelos, para o calor; a uns ele deu cascos, a outros peles sem sangue; depois deu para cada um alimentos diferentes, a uns plantas, a outros raízes; a uns deu como comida a carne de outros animais, dando-lhes também uma reprodução mais difícil, para que fossem em menor número; às suas vítimas, garantiu reprodução abundante, assegurando a sobrevivência das espécies.
Mas como não era exatamente sábio, Epimeteu gastou, sem perceber, todos os poderes com os animais que não falam; faltava ainda a raça humana, que não tinha recebido nada e ele ficou sem saber o que fazer! Enquanto ele estava nesse impasse, chegou Prometeu e viu que todos os seres vivos estavam harmoniosamente providos de tudo o que precisavam, mas que o ser humano estava nu, descalço, sem coberta e "sem armas". E o dia marcado para eles saírem da terra para a luz já estava chegando. Sem saber então o que fazer para preservar os humanos, Prometeu resolveu roubar o fogo do deus Hefesto e o saber técnico da deusa Atena, e dá-los de presente para os humanos. Desse modo, o ser humano passaria a ter o necessário para a vida.
Por causa dessa proximidade com os deuses, o ser humano foi o primeiro a reconhecê-los e a dedicar-lhes altares e imagens; depois, graças à sua técnica, começou a emitir sons articulados e palavras, inventou as casas, as roupas e os calçados, as cobertas e os alimentos cultivados na terra. Assim equipados, os seres humanos viviam, primeiro, dispersos, pois não tinham cidades; ficavam expostos e, sendo mais fracos, eram mortos pelos animais selvagens; sua técnica, mesmo sendo uma grande ajuda para conseguir alimentos, era insuficiente na guerra contra os animais. De fato, eles ainda não possuíam a técnica da política, da qual faz parte a técnica da guerra. Eles tentavam se reunir para garantir sua sobrevivência, criando cidades, mas eram injustos demais uns contra os outros, se dispersavam e acabavam morrendo.
Prometeu havia dado aos humanos o saber técnico, sem o saber político, que estava com Zeus. Só depois, Zeus, temendo que nossa espécie se extinguisse totalmente, mandou o deus Hermes levar para os humanos o Respeito (aidós) e a Justiça (díke), para estabelecer a ordem nas cidades e as relações de solidariedade e amizade que reúnem os homens. Hermes perguntou a Zeus como deveria distribuir o Respeito e a Justiça: do mesmo modo como distribuiu as outras técnicas, ou seja, poucos com cada uma, para servir muitos? Ou seria o caso de distribuir o Respeito e a Justiça igualmente para todos? Zeus ordenou que ele fizesse de modo com que todos participassem desses dois dons divinos, pois não seria possível ter cidades, se só alguns poucos os tivessem; ordenou também que fosse instaurada a seguinte lei: que fosse condenado à morte o homem que se mostrasse incapaz de receber e exercer o Respeito e a Justiça.



TEXTO 2
 A COLHEITA DE MILETO: UM BREVE COMENTÁRIO SOBRE O NASCIMENTO DA FILOSOFIA

O nascimento da filosofia na cidade de Mileto, região da Magna Grécia, não foi por acaso. Alguns fatores como a escrita e o comercio ajudaram a cidade dos milecinos fazendo com que nela germinasse o pensamento crítico próprio da Filosofia.
 De acordo com a história, a escrita sempre esteve nas mãos de uma elite seja ale real, sacerdotal ou aristocrata. Na Grécia antiga isso não foi diferente. Em um primeiro momento a escrita grega, assim como a do resto do mundo conhecido, estava intimamente ligada à religião; se registrava apenas a vontade dos deuses para serem interpretadas pelos sacerdotes ou reis. Com o passar do tempo essa realidade mudou, e tudo isso graças ao comercio crescente nas cidades, principalmente, da Magna Grécia.
Por conta de sua localização privilegiada, Mileto tornou-se uma cidade de grande porte comercial, viajantes de todo o mundo vinha à cidade comprar, vender, ou somente fazer uma parada enquanto seguiam viagem. Isso levou para Mileto uma grande quantidade de pessoas de mentalidades diferentes, cada um com sua religião, costumes e interesses. Como todas essas pessoas, tão diferentes, conseguiriam se relacionar e comercializar entre si? Isso foi possibilitado graças às leis que começaram a serem escritas.
Nas cidades gregas, e com Mileto não foi diferente, a justiça era aplicada pelo rei ou nobre, que a seu bel prazer interpretava os “costumes” –leis de inspirações divinas escritas ou orais- e o aplicava a casos concretos. Porém, na cidade de Mileto, graças ao comercio, começou a florescer um novo grupo financeiramente importante, os comerciantes, e que não tinha participação na justiça; esse grupo queria mudar esta realidade.
Os comerciantes, detentores do poder econômico, queriam um maior participação no destino da cidade, queriam poder dar ideias e propor soluções que poderiam melhor suas vidas e a vida da polis. Com o florescimento deste pensamento os reis e tiranos foram derrubados e surgiu na Grécia um modelo politico mais isonômico chamado Democracia.
Com o nascimento da democracia as leis, que antes vinham da vontade divina e ou real, passam a ser construídas a partir da necessidade da polis, e por isso deixaram de ser imutáveis. Como nos diz CASERTANO (2011 p.18):
 “(...) estas leis não eram mais consideradas a expressão de mandamentos divinos mediados pelo soberano, mas a expressão da vontade politica de certas classes, no interior das quais se submetiam à aprovação da maioria (...) as leias já não eram imutáveis, e sim passiveis de discursão, crítica e modificação”.
Em um ambiente em que agora se valorizava a crítica e a discursão racional, em detrimento aos dogmas divinos, porque não aplicar esse procedimento a questões mais amplas como, por exemplo, a origem de todas as coisas? Assim, o homem rompe com os deuses e começa a buscar por si mesmo respostas racionais para as questões da vida. A esta busca damos o nome de Filosofia.

TEXTO 3
IMPÉRIO ROMANO - A DESINTEGRAÇÃO: DIVISÃO E INVASÕES BÁRBARAS
O desguarnecimento do limes (ou fronteiras) tornava-se ainda mais grave naquelas regiões onde as fronteiras naturais do Império (desertos, montanhas, oceano) eram mais frágeis. E essa fragilidade mostrava-se mais acentuada na fronteira do Império com a vasta região conhecida como Germânia, a qual tinha como fronteira básica os rios Reno e Danúbio.
A região conhecida pelos romanos como Germânia abrigava uma série de povos, genericamente chamados de germânicos, como francos, vândalos, visigodos, ostrogodos, anglos, saxões, jutos, hérulos, burgúndios, lombardos e vários outros. Tais povos representavam um potencial numérico muito grande e uma ameaça efetiva ao Império, notadamente num quadro de retração do seu poderio militar.
Tetrarquia e divisão do Império
A crise econômica teve também uma clara manifestação administrativa. A redução da arrecadação gerou uma queda no número de funcionários do Estado, tornando a administração mais difícil, principalmente nas províncias mais distantes de Roma.
Numa tentativa de sanar esse problema, o imperador Diocleciano dividiu o Império em duas partes: o Ocidente, com capital em Roma, e o Oriente, com capital em Bizâncio, às margens do mar Negro. Em cada uma dessas partes havia um imperador, com o título de Augusto, e um outro governante para as regiões mais distantes, com o título de César. Por contar com, na verdade, 4 governantes, essa forma de divisão foi chamada de Tetrarquia.

A Tetrarquia durou pouco tempo. Já no início do século 4, o imperador Constantino reunificou o Império. Entretanto, como o risco de invasão fosse maior na parte ocidental, ele transferiu a capital para Bizâncio, mais protegida e, na época, mais rica. Ali, ele ergueu uma cidadela para servir de sede ao governo, dando a ela o nome de Constantinopla, nome que, durante séculos, acabou designando toda a cidade.
Durante o século 4, o Império manteve-se unificado, com sua sede em Constantinopla. No final do século, o imperador Teodósio estabeleceu, em 395, a divisão definitiva: Império Romano do Ocidente, com capital em Roma, e Império Romano do Oriente, também chamado de Império Bizantino, com capital em Constantinopla.

Decadência e êxodo urbano
Ao mesmo tempo em que o Império se debatia com toda a sorte de dificuldades administrativas e militares, os aspectos econômico e social da crise iam gerando uma nova realidade. O declínio do comércio gerava uma decadência de toda a atividade urbana. E a incapacidade crescente do Estado romano de manter a ordem e a paz internas transformava as cidades em alvo de ataques e saques. Outro elemento era a impossibilidade de manter a política de concessão de alimentos à plebe miserável, tornando impossível sua permanência em Roma.
Esses elementos vão gerar um processo de êxodo urbano. A grande massa que sai das cidades para o campo vai passar a viver e trabalhar naqueles mesmos latifúndios em que, até então, utilizava-se a mão-de-obra escrava. O declínio da escravidão abria espaço, portanto, para o trabalho plebeu, mas em condições significativamente diferentes.
Tais latifúndios continuavam com sua mesma extensão, sendo necessário que várias famílias vivessem e trabalhassem dentro de uma mesma propriedade. Assim, a paisagem rural do Império, notadamente no ocidente, passou a se caracterizar por um tipo de propriedade à qual os romanos davam o nome de vilas, nas quais várias famílias de trabalhadores vivem e trabalham numa terra que não lhes pertence.

Bases do feudalismo
Esse processo de ruralização apresentava outras características. Esses trabalhadores, apesar de serem livres, não eram proprietários da terra. Ao mesmo tempo, a escassez de moedas inviabilizava o pagamento de salários. Dessa forma, a única possibilidade de vida para esses trabalhadores era extrair da terra o seu sustento, entregando ao proprietário um excedente - como forma de pagamento pelo uso da terra. São os primeiros rudimentos econômicos do feudalismo, já presentes na crise do Império.
Ao lado desses elementos, outra realidade se desenrolava. Desde o início do século 3, o Império havia adotado a política de permitir que tribos bárbaras se instalassem dentro das suas fronteiras. Essa relação estabelecia-se com o Império cedendo a essas tribos terras, chamadas pelos romanos de feudus.

Esses bárbaros eram admitidos na condição de colonos, segundo a qual, em troca da terra, eles se comprometiam a cultivá-la, pagar tributos ao Império e, por lei, estar presos à terra, não podendo deixá-la. Isso se explica pela necessidade romana de usar esses povos para a própria defesa das regiões fronteiriças. Tanto que esses bárbaros eram também considerados como federados ao Império, termo que tinha uma conotação de aliados militares.
Quando a crise no interior do Império agravou-se, no final do século 3, com Roma cada vez mais dependente da produção agrícola, o regime de colonato foi estendido para as próprias populações romanas. Tal medida foi baixada pelo imperador Diocleciano, tornando o colonato uma instituição.

Os hunos, os povos germânicos e o fim do Império
A partir do final do século IV, a situação do Império tendeu ao colapso. Já por volta de 370, a presença de um povo asiático - os hunos - no sul da Europa contribuiu para destruir o frágil equilíbrio em que ainda se assentava o Império e sua relação com os povos bárbaros.
Ao longo de quase um século, os hunos assolaram regiões da Europa, chegando mesmo a sitiar Roma em 452. Ferozes, saqueadores e extremamente numerosos, eles espalharam terror por várias regiões da Europa, incluindo a Germânia.
Para vários historiadores, os ataques dos hunos contribuíram largamente para pressionar os povos germânicos em direção às terras pertencentes a Roma, acelerando o processo de invasões. Tais invasões se estenderam ao longo do século V. Os visigodos saquearam Roma em 410, e os vândalos em 455; os francos, após saquearem Roma, ocuparam a Gália; anglos, saxões e jutos invadiram a Bretanha; burgúndios, o sul da França; lombardos, o norte da Itália; e, em 476, os hérulos, seguidos pelos ostrogodos, depuseram o último imperador, Rômulo Augusto.
Esse evento assinala oficialmente o fim do Império Romano do Ocidente. A parte oriental do Império manteve-se unificada até 1453, quando Constantinopla foi tomada pelos turcos. Entretanto, a influência do chamado Império Bizantino sobre a Europa foi rapidamente esvaindo-se. As áreas dominadas pelos vários povos germânicos deram origem a uma série de reinos fragmentados, destruindo a unidade imposta pelos romanos. Também esse evento assinala o início da Idade Média europeia, erigida a partir justamente da integração entre elementos romanos e germânicos.

AVALIAÇÃO DE FILOSOFIA - RECUPERAÇÃO 2º Anos // 3ª Anos

C.I “DRº RAIMUNDO SOARES DE ALBERGARIA FILHO”
AVALIAÇÃO DE FILOSOFIA - RECUPERAÇÃO
2º Ano
  3ª Ano
Professor: Jair Fortunato
Valor: 20
Nota:
Nome:
Turma:
Data:







1) ORIENTAÇÕES
A prova terá seis questões, mas você só reponderá duas, e será de forma ORAL. Você escolherá um  questão para responder e o professor te fará outra.

2) QUESTÕES DE PROVA
As questões de avaliação serão as que estão na página 65 (de 1 a 6). O link do livro segue abaixo. 
           
3) LEITURA OBRIGATÓRIA
Os textos de Santo Agostinho do livro “Textos básicos de Filosofia” (páginas de 59 a 65). Livro disponível na biblioteca da escola e em formato PDF no link:  http://charlezine.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Textos-B%C3%A1sicos-de-Filosofia-dos-pr%C3%A9-socr%C3%A1ticos-a-Wittgenstein-Danilo-Marcondes.pdf

domingo, 9 de fevereiro de 2014

História 8º ano - 1ª AULA


Tema: A expansão da América portuguesa.

·         Século XVI (16) colonização do litoral
o   Madeira
o   Cana de açúcar

·         Ocupar o litoral protegia o território de invasão de estrangeiros

·         Desenvolvimento da pecuária.
o   A principio o gado era criado solto, próximo dos canaviais.
o   Leite, transporte, moinho, carne, couro.
o   Menos lucrativo que a cana.

·         A criação gado começou a crescer, mas como não dava anto lucro para o governo de Lisboa, foi proibido em todo o litoral (1701).

·         O sertão (interior) passa a abrigar grandes criadores de gado
o   Construção de estradas ligando as fazendas do sertão às cidades do litoral
o   Nascimento de cidades que serviam como parada e ponto de comercio.
o   A importância do couro para o sertanejo

·         No Sul
o   Somente no século XVIII
§  Conflito com os espanhóis
o   Produção de couro (o resto era abandonado)
o   Criação de cavalo e mula – para a região das Minas
Questões
1)      Qual era a importância do couro para o povo nordestino?
2)      Porque no início a colonização brasileira se resumia ao litoral?
3)      Porque no ano de 1701 foi proibida a criação de gado no litoral brasileiro?










HISTÓRIA 1º ANO - 1ª AULA


Tema: A Pré-história
Objetivo: Compreender o processo histórico de construção do Ser Humano

·        Periodização da história
o   -------- até 4.000 a.C = Pré-história
§  A invenção da escrita marca o fim da Pré-história

o   4.000 a.C até o século V ( ano 400 d.C) = Idade Antiga
§  Invenção da escrita – Queda do Império Romano

o   V até XVIII = Idade Média
§  Queda o Imperio Romano – Guerra dos Cem anos ou Tomada de Constantinopla pelos turcos

o   XVIII até XXI = Idade Moderna
§  Tomada de Constantinopla – Revolução francesa

o   XXI até hoje = Idade Contemporânea

·        A PRÉ-HISTORIA

o   África há 5 milhões de anos.

o   Divisão do período

§  Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada
·        Batiam um determinada pedra contra outra pra criar pontas
·        Caçadores e pescadores
·        Nômades
·        Saída da África
·        Começaram a viver em cavernas




§  Neolítico ou Idade da Pedra Polida
·        Pedras trabalhadas (pontiagudas) para a produção de armas
·        Agricultores e pastores
·        Fixação em locais férteis
·        Fortalece os vínculos familiares

§  A Idade dos Metais
·        Manuseio do metal
·        Aparecimento do Estado e da escrita
·        Organização das religiões

·        Confunde-se com o nascimento da Idade Antiga